Desenvolver um Projecto de Responsabilidade Social

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Published on: May 14, 2012

Conhecer a Responsabilidade Social das Empresas

Imagem Auxiliar

A Responsabilidade Social das Empresas (RSE) consiste na integração de preocupações sociais ou ambientais quer nas operações de todos os dias das organizações quer na sua interacção com a totalidade dos recursos humanos, clientes, investidores, fornecedores, autoridades locais, público em geral, etc.

Muitas vezes confunde-se RSE com acções de filantropia ou de mecenato, actuações pontuais que não fazem parte do objecto do negócio da organização. Essas actividades podem pertencer a um plano de responsabilidade social, todavia só por si não tornam a empresa socialmente responsável. A RSE implica uma decisão de gestão conscienciosa ou ponderada, que não se traduz em actos avulsos mas que aposta, pelo contrário, na continuidade dos projectos.

De acordo com o Livro Verde para a RSE da Comissão Europeia, as organizações “responsáveis” seguem um modelo de gestão baseado no triple bottom line, também conhecido por 3 P’s, que tem em consideração o impacto económico (profit), social (people) e ambiental (planet) de todas as actividades da empresa.


Impacto Económico
– Os negócios devem medir o impacto económico que têm nos seus recursos humanos, fornecedores, sociedade, etc. Por exemplo, no relatório de contas, em que são normalmente destacados os lucros ou a rentabilidade da empresa, podem ser também sublinhadas as consequências que o seu desempenho tem na situação financeira dos seus intervenientes.


Impacto Social
– A acção das organizações influenciam igualmente a dimensão social da vida de todas as partes que com elas interagem (empregados, consumidores, fornecedores, colaboradores, etc.). Esta preocupação reflecte-se, por exemplo, no respeito pelos direitos dos trabalhadores ou noutras iniciativas dirigidas aos recursos humanos, como o apoio à formação, a aceitação dos compromissos da vida privada dos colaboradores, o incentivo à participação dos trabalhadores nos sindicatos, etc.


Impacto Ambiental
– Ao estarem atentas às implicações que as suas actividades têm no meio ambiente (sistemas naturais, ecossistemas, solos, ar, água), as empresas revelam a sua responsabilidade social. Neste campo, existem diversas medidas que podem ser promovidas pelos negócios, desde a reciclagem de tinteiros até à adopção de sistemas de poupança de energia.

As empresas que se envolvem em projectos de responsabilidade social estão assim a integrar os valores do desenvolvimento sustentável na sua gestão. Deste modo, as organizações “responsáveis” não trabalham apenas para satisfazer as suas próprias necessidades, mas também para o bem-estar da sua geração e das gerações futuras. Quando cumprem a sua responsabilidade social, as entidades estão a zelar e a respeitar os interesses de todos.

Fonte: Portal da Empresa com Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e ao Investimento

 

Agenda da Semana da Responsabilidade Social

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Published on: May 9, 2012

Veja aqui a Agenda

Semana Responsabilidade Social

 

Fonte: Apee

Prémios Europeus de Promoção Empresarial 2012

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Published on: May 7, 2012

Candidaturas à fase nacional até 21 de Maio de 2012

Está a decorrer a 6ª edição dos Prémios Europeus de Promoção Empresarial (European Enterprise Promotion Awards – EEPA), uma iniciativa da Comissão Europeia que tem como objetivo reconhecer as melhores políticas e práticas de iniciativa empresarial na Europa, como forma de estimular o desenvolvimento económico e a criação de emprego a nível local.

Enquadrados nas prioridades da estratégia Europa 2020, os Prémios Europeus de Promoção Empresarial distinguem projetos e iniciativas no âmbito de cinco grandes Categorias:

Promoção do espírito de empreendedorismo: reconhece as ações e iniciativas a nível nacional, regional ou local, que promovam um espírito de empreendedorismo, especialmente entre os jovens e as mulheres;

Investimento nas competências: reconhece as iniciativas regionais ou locais que melhorem as competências empresariais, profissionais, técnicas e de gestão;

Desenvolvimento do ambiente empresarial: reconhece as políticas inovadoras a nível regional ou local, que promovam a criação e o desenvolvimento empresarial, simplifiquem os procedimentos legislativos e administrativos das empresas e implementem o princípio ”Pensar primeiro em pequena escala” para as pequenas e médias empresas;

Apoio à internacionalização das empresas: reconhece as políticas que incentivem as empresas, particularmente, as pequenas e médias empresas, a beneficiarem mais das oportunidades oferecidas pelos mercados europeus e internacionais;

Empreendedorismo responsável e inclusivo: reconhece as ações e iniciativas regionais ou locais que promovam a responsabilidade social da empresa e práticas empresariais sustentáveis no domínio social e/ou ambiental. Esta categoria reconhece igualmente as ações destinadas a promover o empreendedorismo entre grupos desfavorecidos, tais como desempregados, pessoas com deficiência ou minorias étnicas.

Podem concorrer aos Prémios Europeus de Promoção Empresarial entidades públicas, com responsabilidade local e regional, bem como parcerias público-privadas, programas educacionais e organizações empresariais. As iniciativas nacionais nos domínios da promoção do espírito empresarial e do apoio à internacionalização das empresas são também elegíveis. O prazo para envio de candidaturas à fase nacional decorre até 21 de maio de 2012.

Saiba mais na página do IAPMEI dedicada ao concurso ou no website europeu.

Fonte: http://www.ifdr.pt

Líder internacional da sustentabilidade no Porto

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Published on: May 3, 2012

A EGP-University of Porto Business School (EGP-UPBS) recebe hoje, 3 de maio, pelas 18h00, no Polo dos Salazares, uma das personalidades mais influentes na área da sustentabilidade a nível internacional: Björn Stigson, presidente do World Business Council for Sustainable Development (WBCSD), coligação internacional líder na abordagem empresarial às temáticas do Desenvolvimento Sustentável. Björn Stigson irá, a convite da EGP-UPBS, liderar o Seminário “Is Sustainable Development Good for Business?”.

Organizada no âmbito do The Magellan MBA da EGP-UPBS, esta iniciativa visa debater o tema do desenvolvimento sustentável à luz de temas como o crescimento económico, o equilíbrio ecológico e o progresso social, três dos pilares comuns às cerca de 200 empresas internacionais, líderes nas suas áreas de negócio, que constituem a WBCSD e entre as quais se encontram as portuguesas Sonae, Cimpor, Grupo Portucel Soporcel, EDP e Brisa.

Acreditando no papel das empresas como parte integrante da sociedade, o WBCSD tem por missão tornar a ação das suas empresas associadas catalisadora de uma mudança rumo ao Desenvolvimento Sustentável, promovendo nas empresas a ecoeficiência, a inovação e a responsabilidade social.

World Business Council for Sustainable Development (WBCSD)

O WBCSD é líder mundial na abordagem empresarial das temáticas do Desenvolvimento Sustentável. Esta organização conta com dois níveis de associados. Por um lado, mais de 200 empresas líderes nas suas áreas de negócio a nível global, provenientes de mais de 30 países e 20 grandes sectores industriais, são as suas associadas diretas. Por outro, o WBCSD é também uma rede de 60 organizações nacionais, à semelhança do BCSD Portugal, que representam mais de 2000 empresas. Os objetivos do WBCSD passam entre outros por articular a cooperação entre a comunidade empresarial, os governos e a sociedade civil com vista à promoção do Desenvolvimento Sustentável, executar projetos e estudos de caso que ilustrem e estimulem o Desenvolvimento Sustentável e influenciar as políticas públicas.

 Sobre Björn Stigson

Björn Stigson é presidente do World Business Council for Sustainable Development (WBCSD) desde 1995. Em paralelo, atua também como conselheiro no governo Chinês, no Dow Jones Sustainability Index, na Kennedy School of Government da Universidade de Harvard, na Clinton Global Initiative e ainda na Global Reporting Initiative.

 

Fonte: http://www.rhonline.pt/noticias/noticia.php?news_id=444

Ciclo de Responsabilidade Social e Sustentabilidade

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Published on: May 3, 2012
A AESE e a EDP celebraram recentemente um protocolo para a criação da Cátedra, que tem como objetivo a integração da ética empresarial em matéria de governação, gestão de risco, compliance e responsabilidade social.
Para que as organizações consigam ter capacidade de resposta, em eficácia e em produtividade, a AESE e a EDP propõem um ciclo de conferências subordinado ao tema “Responsabilidade Social e Sustentabilidade”:
26 de abril | 1ª Sessão “Questões fundamentais de Responsabilidade Social e Sustentabilidade” , com António Argandoña, Professor de Economics and Business Ethics no IESE.
10 de maio | 2ª Sessão “Boas práticas de Sustentabilidade e Responsabilidade Social: a experiência da EDP”, com  António Neves de Carvalho, Diretor da Direção de Sustentabilidade e Ambiente da EDP. 
21 de junho | 3ª Sessão “Os projetos Business and Biodiversity como alavanca do desenvolvimento sustentável”, com Miguel Serrão (37º PADE), Miguel Osório, Administrador do Modelo Continente e Carlos Medeiros Abreu, Administrador da SECIL.

O Prof. Raul Diniz, responsável da AESE pela iniciativa, considera que”A Cátedra de Ética tornada possível pelo patrocínio da EDP, é a união feliz de uma Escola empenhada numa formação avançada em matéria ética e de uma Empresa de reputada consistência nesta área. Em economias e tempos globalizados, é cada vez mais necessária uma gramática ética universal que constitua um mínimo denominador comum que é cultura e civilização”.

“Através desta parceria, queremos aliar quem detém uma sólida plataforma de conhecimento ao mais alto nível no campo da ética com a nossa experiência operacional e organizacional. Acredito que esta relação virtuosa juntando duas referências neste domínio, acrescentará muito valor a todos os envolvidos e que, uma vez mais, traduz a nossa capacidade conjunta de antecipação e de construção de uma nova realidade”, explica António Mexia, presidente do Conselho de Administração Executivo da EDP.

Para mais informações, inscrições e programa, pode visitar o site do evento em http://www.aese.pt/comunidade/noticias/detalhe/ciclo_de_responsabilidade_social_e_sustentabilidade

Fonte: http://www.aese.pt/

 


Semana da Responsabilidade Social

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Published on: May 1, 2012

A APEE, Associação Portuguesa de Ética Empresarial, promove, entre os dias 7 e 11 de Maio, a 7ª edição da Semana da Responsabilidade Social (SRS). Subordinada ao tema “Mudança e Inovação Para Novos Estilos de Vida”, esta edição vai decorrer simultaneamente, é à semelhança do que aconteceu nas edições anteriores, em várias cidades, nomeadamente Lisboa, Aveiro, Águeda, Figueira da Foz e Évora.

Mais informações e inscrições através do site srs.apee.pt.

 

Feira de Responsabilidade Social Empresarial – Bacia de Campos

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Published on: January 11, 2012

Decorrerá em Maio 2012 a III Feira de Responsabilidade Social Empresarial em Bacia de Campos – Brasil.

“Evento inédito no conceito e no conteúdo, a Feira de Responsabilidade Social Empresarial Bacia de Campos inseriu os municípios da área de influência da Bacia de Campos na grande discussão planetária sobre Sustentabilidade. A primeira edição aconteceu em maio de 2008, no Centro de Convenções Jornalista Roberto Marinho (Macaé Centro), com 38 expositores, atraindo cerca de 2.500 pessoas – número considerado expressivo, tendo em vista o ineditismo do evento e dos temas propostos.

Já a segunda edição do evento, realizada em maio de 2009, com 42 expositores, atraiu cerca de 4.500 pessoas, destacando-se o elevado índice de presenças no Fórum de palestras e debates sobre o tema “O Desafio do Desenvolvimento Regional Sustentável”. Participaram da II Feira de RSE Bacia de Campos diversas personalidades, como o ambientalista Fábio Feldmann, a jornalista e editora do suplemento Razão Social de O Globo, Amélia Gonzalez, o expert em turismo sustentável, José Wagner Fernandes, e o diretor executivo do Viva Rio, Rubem César Fernandes, além de representantes de grandes empresas petrolíferas, gestores públicos, pesquisadores e ambientalistas.”

“Na terceira edição, o evento teve como tema “Consumo Consciente por uma Economia Sustentável” e 58 expositores, com um público de aproximadamente 7.500 pessoas, trazendo para palestras e debates representantes de algumas das principais empresas brasileiras que vêm desenvolvendo ações expressivas nas áreas de RSE e Sustentabilidade, além de personalidades da área, como os economistas Amyra El Khalili, e Sérgio Besserman, os ambientalistas Vilmar Berna e Soffiati Neto, as jornalistas Amélia Gonzalez, Cláudia Werneck e Thais Corral, entre outras. “

Fonte: http://www.feirarsebaciadecampos.com.br/

Avon, Nokia e Coca-Cola fortalecem marcas com ações sociais

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Published on: January 10, 2012

Empresas constroem atividades que beneficiam a população brasileira e transmitem valor para os consumidores. Estratégias são focadas no apoio a programas para melhorar a educação.

A responsabilidade social passou de um tema bastante discutido no meio corporativo para ser incorporado em estratégias de grandes companhias. Empresas como Avon, Nokia e Coca-Cola já colocaram a prática em sua estratégia de Marketing para fortalecer suas marcas e agregar valor a produtos e serviços, ao mesmo tempo em que promovem benefícios para as comunidades em que estão inseridas e contribuem para o desenvolvimento da população.

Caminhando nesta direção, as companhias desenvolvem programas de sustentabilidade, investem em institutos de ensino e levam ainda o conceito de negócios sociais para dentro da gestão, buscando inovação na categoria e mais consumidores engajados. A Fundação Nokia de Ensino, o Coletivo Coca-Cola e a campanha Avon contra o cancro da mama são exemplos de ações sociais que fazem parte das estratégias de sustentabilidade a longo prazo para os negócios das empresas.

Seguindo a lógica do bom desempenho e do lucro, a preocupação com os efeitos sociais e ambientais causados pelas indústrias não é mais apenas uma opção, mas uma determinação do mercado. De acordo com uma pesquisa realizada pelo Ibope Ambiental, em setembro de 2011, 70% dos consumidores já buscam informações sobre o engajamento das empresas com o tema.

Coletivo Coca-ColaInvestimento em sustentabilidade
Para a difusão dessas ações, as organizações lançam mão do Marketing Social, ferramenta que auxilia na formação da imagem da instituição. Os investimentos em sustentabilidade colaboram na geração de mídia espontânea e atração e retenção de talentos profissionais, além de investidores e deduções fiscais.

O estudo do Ibope Ambiental, com 400 empresas, mostra que pouco mais da metade (52%) das empresas que praticam ações sustentáveis têm áreas distintas para a elaboração e execução dos projetos. Para efetuar os programas, 55% das companhias contam com a área administrativa, seguida pelo setor de RH/ Gestão de Pessoas (48%). Já o setor de Marketing/ Comunicação é responsável em apenas 36% dos casos.

“Existem empresas que ainda estão dando os primeiro passos, mas têm outras que já entenderam o valor estratégico da sustentabilidade e trabalham bem o tema. De maneira geral, a nossa expectativa era que tivessem muito mais profissionais ligados à parte de Marketing do que realmente existem. As empresas estão planejando a questão dando prioridade ao valor estratégico e menos a sua imagem. Mas a imagem é importante, ela vai refletir as ações da empresa”, explica Shigueo Watanabe, Diretor Executivo do Ibope Ambiental, em entrevista para o Mundo do Marketing.

Envolvimento com a comunidade
Pensando em desenvolver iniciativas que melhorassem a vida de brasileiros de comunidades carentes, a Coca-Cola criou em junho de 2009 o projeto Coletivo Coca-Cola, que leva o modelo de negócio social para 69 localidades espalhadas nos estados de São Paulo, Pernambuco, Rio de Janeiro, Ceará, Alagoas, Goiás, Rio Grande do Sul, Paraná, Bahia e Minas Gerais.

“O programa surgiu junto com o aumento da classe C no país. A marca sempre esteve presente nos lares destas famílias e queríamos fazer algo para retribuir o crescimento econômico da categoria no mercado. Então, percebemos que apesar da classe C ter hoje um poder de compra, ainda há vários problemas sociais a serem resolvidos. O projeto nasceu com o objetivo de realizar algo que gerasse mais oportunidades e otimismo para a população”, comenta Claudia Lorenzo, Diretora de Negócio Social da Coca-Cola Brasil, em entrevista ao Mundo do Marketing.

A principal ferramenta do programa são os cursos de capacitação para pessoas da baixa renda, como design de embalagens recicladas, empreendedorismo familiar e técnicas para trabalhar no varejo. Com o modelo, a empresa estimula os participantes a entrarem no mercado de trabalho por meio das suas próprias qualificações. Em pouco mais de dois anos de ação, a Coca-Cola impactou 25 mil cidadãos e 30% dos jovens participantes do curso de varejo já conseguiram um emprego.

Até 2014, a empresa pretende atingir 400 mil pessoas por meio do método de capacitação. “Quanto mais o conceito de negócio social crescer, conseguiremos massificá-lo. O objetivo é transformar a vida das pessoas e expandir o conceito para outras companhias. Afinal, se podemos fazer, outras empresas também podem realizar projetos semelhantes e passar o exemplo adiante”, declara Claudia.

Avon contra o câncer de mama

Gerando crédito para a empresa
Além do projeto Coletivo, a marca de refrigerantes possui outras atividades ligadas ao meio social. Os programas Valorização Jovem (1999) e Educação Campeã (2005), em parceria com o Instituto Ayrton Senna, visam à diminuição da evasão escolar e do índice de reprovação nas escolas onde atuam. Já o projeto mais antigo da empresa, o “Reciclou, Ganhou”, de 1996, segue ajudando cooperativas de reciclagem pelo país. Hoje o número chega a 259 de grupos beneficiados, que recebem consultoria sobre logística e gerenciamento da Coca-Cola.

Todas as ações da companhia buscam transmitir otimismo para os consumidores, corroborando com um dos seus principais slogans, “Abra a felicidade”. Para todas as empresas é importante repercutir os valores da marca por meio de suas atividades. A Avon, há quase 10 anos, passa a mensagem de preocupação com a mulher para os consumidores brasileiros, desde a luta pela sua independência financeira à autoestima, por meio dos seus projetos sociais, como o Avon Contra o Câncer de Mama e o Fale Sem Medo – Não à violência doméstica.

Durante o ano, a empresa de cosméticos também lança coleções de camisetas e outros produtos que têm os lucros revertidos para o Instituto Avon Brasil, além de organizar eventos para divulgar as causas defendidas pela companhia, como o Outubro Rosa. “Estas iniciativas representam a possibilidade de contribuir para mudanças importantes na sociedade, salvar vidas e fortalecer pessoas. Em cada campanha há pelo menos um produto voltado para arrecadação, quem usa a marca sabe que está contribuindo para essas ações”, relata Kátia Gianoneda, Diretora de Comunicação da Avon Brasil, em entrevista ao portal.

Desde 2003, quando foi criado no Brasil, o Instituto Avon arrecadou R$ 37 milhões. Deste total, R$ 25,4 milhões foram destinados para a prevenção do câncer de mama e R$ 3,5 milhões para a campanha pelo fim da violência doméstica, até maio de 2011. Com os investimentos foram realizadas mais de um milhão de mamografias e cerca de 164 mil ultrassonografias. Foram desenvolvidos ainda três centros de prevenção em hospitais do SUS, beneficiando mais de 1,7 milhão de mulheres.

Diálogo com os consumidores
Fundação Nokia de EnsinoOs resultados positivos apresentados pelas companhias conseguem impactar muito além dos participantes das ações. Os consumidores estão atentos aos movimentos da empresas e as iniciativas de benefícios sociais são um grande passo para a conquista de novos públicos. Segundo a pesquisa do Ibope, as principais atividades desenvolvidas pelas empresas são de apoio a programas para melhorar a educação na sociedade e em comunidades (92%).

Alinhado aos planos corporativos, a Nokia tem atualmente como seu principal investimento social a Fundação Nokia de Ensino, há 14 anos em posse da companhia, na região de Manaus. O centro educacional é voltado para o ensino médio técnico e visa suprir a carência de mão de obra da região. A Fundação possui cerca de 800 estudantes e 70% das vagas são destinadas para alunos da baixa renda.

“Muitos alunos da escola acabam trabalhando na própria Nokia, mas também fornecemos mão de obra para as concorrentes. Há ainda um curso pós-médio para os funcionários que querem crescer na empresa. Nossa escola foi classificada como a oitava melhor instituição técnica do Brasil”, conta Jô Elias, Coordenadora de Comunicação da Nokia, em entrevista ao portal.

A Nokia aposta ainda em pequenas ações que contribuem para o dia a dia dos seus consumidores, como pontos de coleta de aparelhos usados, acessórios e baterias em 273 locais pelo Brasil e mais de cinco mil em todo o mundo. Com 4,8 bilhões de usuários, a empresa exibe também em todos os seus aparelhos celulares uma mensagem para os clientes tirarem da tomada o carregador após completar a bateria e economizar energia.

 

Por Letícia Alasse, do Mundo do Marketing | 09/01/2012

Fonte: Mundo do Marketing

 

Esposende Ambiente pretende aderir ao CLAS

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Published on: January 10, 2012

“Apesar de vocacionada para a vertente ambiental, a empresa municipal Esposende Ambiente não descura a sua responsabilidade social e pretende aderir ao Conselho Local de Acção Social (CLAS) do concelho de Esposende.

Deste modo, a Esposende Ambiente pretende contribuir para a sustentabilidade concelhia não apenas ao nível ambiental, mas também social, disponibilizando serviços e recursos no âmbito da Loja Social Rede Solidária, recentemente inaugurada.

Assim, além de se constituir como ponto de recolha de bens, a empresa municipal pretende assegurar o transporte para a entrega e/ou recolha de bens e alimentos, bem como serviços de carpintaria, pintura, electricidade e reparação de electrodomésticos.

Também a plataforma social interna da empresa, projecto em fase final de preparação e que brevemente começará a funcionar, estará disponível para a Loja Social, permitindo que os recursos doados pelos colaboradores, e que estarão disponíveis para quem internamente necessite deles, possam ser solicitados pela Loja Social em caso de carência, rentabilizando-se assim recursos e potenciando-se o trabalho em rede.

Com a integração neste projecto, a Esposende Ambiente reforça a sua adesão aos dez princípios do Pacto Global das Nações Unidas e dá continuidade ao trabalho que tem vindo a desenvolver com vista à implementação da certificação em Responsabilidade Social na empresa.

Refira-se que a Loja Social Rede Solidária pretende ser uma resposta de proximidade junto da comunidade mais vulnerável, quer do ponto de vista económico quer social e, simultaneamente, uma estrutura que permita rentabilizar os recursos existentes, eliminando sobreposições de operacionalização, permitindo desta forma um melhor planeamento, sistematização e celeridade no trabalho em rede.”

Fonte: Correio do Minho 10/01/2012

Exemplos destes precisam-se!

Destinos ecológicos em Portugal

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Published on: January 8, 2012

Existem em Portugal vários hotéis “green” ou ecológicos à espera de uma visita! Se gosta de fazer férias e quer ser amigo/a do ambiente, pode juntar o útil ao agradável. Veja aqui algumas das sugestões:

1- ZMar Eco-Camping Resort & Spa, em Odemira – localizado apenas 7 km da Zambujeira do Mar. Tem uma área de 81 hectares, com spa, alojamento, parque aquático, zona desportiva e providencia serviços no âmbito do ambiente. Morada: Herdade A-de-Mateus, S. Salvador, Odemira.

2- Casa das Pipas – Junto ao valo do Rio Pinhão, a Casa das Pipas é uma pousada, com dez quartos, biblioteca vínica, ginásio, esplanada e piscina exterior. É ideal para os amantes do vinho, pois são organizadas com frequência provas de vinho. Para quem gosta de passear, pode fazê-lo a pé ou de barco.

3- Quinta dos Bispos – Junto à Serra do Caramulo, é o primeiro hotel rural ecológico na Europa. São 16 quartos, 12 apartamentos, uma piscina interior e banho turco. Na Quinta pratica-se agricultura biológica, em solos regenerados e são usados fertilizantes orgânicos. São produzidos citrinos e existem árvores como nogueira, oliveira, macieira e pereira. Na Quinta existe também painéis solares, no telhado dos estábulos, para produzir energia eléctrica.

4- Ecolodges, na Ericeira, disponibiliza 6 lodges. Na unidade hoteleira é obrigatória a reciclagem, são usadas lâmpadas economizadoras, existe um jardim e horta biológicos com produtos para auto-consumo e têm instalados painéis solares.

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5- Moinhos da Tia Antoninha, perto de Moimenta da Beira, é sinónimo de turismo rural sustentável. Este complexo com 7 quartos foi reconstruído a partir de três moinhos de água. É apoiante das energias renováveis, nomeadamente da hidríca e da solar, uma vez que tem instalados um campo fotovoltaico e uma microturbina hídrica, junto ao riacho.

6- Vila Park - Este eco-hotel, perto de Vila Nova de Santo André, protege o meio ambiente. Tem 79 quartos, piscina e oferece várias actividades familiares.

Fonte: http://ambiente.kazulo.pt/

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